• ←clique no título do post para ler o texto inteiro // yamimi. vinte e alguma coisa. formada em artes visuais, designer de quase qualquer coisa, desde que não fuja do 2D, fotógrafa n00b, faz-quase-tudo (de cartazes a bolo de chocolate, mas optou por esse layout pronto). escreve nerdices, bobagens e talvez alguma coisa séria. (des)interesses no geral. interessa? então boa leitura!

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Mar 11 2008

Manual de Etiqueta

Posted by yamimi

Fazia tempo que eu não me deparava com um humor um pouco mais inteligente no Youtube. Ultimamente eu só recebia links apelativos ou que perdiam a graça após alguns segundos. Mas ontem, no ímpeto de clicar em todos os links postados no Twitter, a Julia sem querer me apresentou a ótima série Nihon no Katachi (ou, como traduzido para o inglês, “Japanese Tradition“).

O vídeo acima é só o primeiro de um total de onze, que ensinam como se portar apropriadamente em situações típicas do universo japonês. Já assisti a várias comédias, programas humorísticos e até aquele DVD intitulado Japanarama, mas nunca imaginei que eles seriam capazes de zombar de si mesmos de tal maneira! Os vídeos “institucionais” foram criados e encenados por uma dupla de comediantes chamada Rahmens, e mesmo a contra gosto dos autores, eles estão pipocando pela internet. À primeira vista JUREI que a série fosse fruto de uma mente ocidental que tivesse bastante contato com a cultura japonesa, mas até onde sei ela foi exclusivamente criada para a audiência nipônica! Aliás, só irá entender quem conhece um pouco da cultura oriental.

A maioria dos vídeos já foram legendados (em inglês), mas alguns eu nem sequer achei no Youtube. Meus preferido foram “Hashi”, “Sushi” e “Kosai”, sendo que este último não aparece nesta lista.

1 - Hashi 「箸」
2 - Origami 「折り紙」
3 - Obon-Yasumi 「お盆休み」(sem legendas)
4 - Natsu Yasumi 「夏休み」(sem legendas)
5 - Onigiri 「おにぎり」
6 - Ocha 「お茶」 (sem legendas)
7 - Shazai 「謝罪」
8 - Utage 「宴」
9 - Tejime 「手締め」
Bonus - Dogeza 「土下座」
Bonus - Sushi 「鮨」

Kosai 「交際」 parte 1, parte 2, parte 3, parte 4

(Não sei se as informações que postei são genuínas pois encontrei muita pouca coisa a respeito. Se achar mais alguma info eu atualizo :3)

WHAT A FEELING_Namie Amuro
PS: Ainda estou em estado de graça pelo show do Maiden (devo uma resenha que virá nesta semana) e muitos me chamariam de herege, mas este último cd da Namie está ótimo! Destaque para esta faixa aí!

Nov 26 2007

Charme em papel

Posted by yamimi

Semana retrasada li de soco o novíssimo Luiz Zine 0.nove (em primeiríssima mão, em MINHAS mãos em POA, graças à minha prima :D). Eu gosto de fazer as boas leituras durarem alguns dias, mas desta vez as 176 páginas passaram tão rápido que logo acabou! Como sempre fica um gosto de quero mais, e percebi que preciso de doses diárias das frases /textos/imagens contidas naquele bloco de papel monocromático. Será que solução para este problema poderia estar num blog? Se for, fica aqui a dica para aplacar a conta gotas a seca dos leitores até o próximo volume.

Contudo me pergunto se no formato digital o fanzine não perderia seu charme, e que talvez seja a incansável espera pelo próximo número o que dê às publicações independentes um sabor especial, sejam elas feitas em impressão profi ou no xerox da esquina mesmo. Há uns 10 anos atrás eu consumia avidamente fanzines, e era nesse ínterim, entre um número e outro, que sucediam-se as centenas de cartas que consolidaram muitas das amizades que cultivo até hoje! Fazer um zine sozinha é compensador, mas trabalhoso bagarai. Além de leitora também confeccionei meu próprio zine made in xerox, com HQs no estilo shoujo mangá —paixãozinha besta até hoje—. Como não tinha pc em casa nem para diagramar, fazia tudo na base do improviso, muita cola e tesoura: letra-set fora da validade, cópias de folhas reticuladas e de outras imagens, horas perdidas na fila do correio. Fora que tinha na feitura das histórias tanto trabalho quanto na montagem do zine, e mesmo assim sempre amei esse “ofício”. Meu filho de papel morreu quando uma novidade chamada computador adentrou meu quarto, acabando com todo meu “tempo livre”. Em seguida, e ainda meio que artesanalmente, montei um site com minhas ilustrações. Pretendia publicar meus quadrinhos ali, porém sem scanner a coisa complicava, e nem preciso dizer que o site nem existe mais. Hoje em dia me acomodei mais ainda e consumo somente enlatados como o Flickr, Deviantart e Carbonmade. O situação está tão feia que nem o layout deste blog fui eu quem fiz! É tanta informação e tanta referência visual, que meu cérebro coitado nem se esforça mais no momento da criação. O zine do sr. Luiz e este post da Fabiane me deixaram morrendo de vontade de tentar um revival, mas como fazem anos que não desenho uma página sequer (nem mesa tenho mais!) a operação vai ser abortada antes mesmo de começar. Quem sabe em uma outra oportunidade? ;)

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Você pode fazer o download do PDF do Luiz Zine 0.nove aqui. Não é coloridinho como as edições em papel, mas minhas fotos estão lá!

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Eu preciso migrar esse blog para um servidor decente. Páginas do administrador que não nem por decreto, estão me tirando do sério! Alguma dica de hospedagem baratinha?

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E depois acham que sou viciada em café! Vamos lá, nem é tanto assim!

I am 58% Addicted to Coffee

Placebo _Space Monkey (Timo Maas Remix)

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Jun 11 2007

Um Espaço Expositivo Alternativo

Posted by yamimi

(artigo escrito por mim, para uma cadeira na faculdade)

A Internet como Espaço Expositivo Alternativo

Sandra Rybicki

Um dos maiores obstáculos enfrentados por artistas, ou aspirantes a tal, que buscam algum reconhecimento, é a falta de espaços expositivos. Não que eles não existam, mas é consenso geral de que são de difícil acesso à iniciantes que não têm experiência e desejam começar a mostrar seus trabalhos ao grande público. Contudo muitos artistas —iniciantes ou não—, estão descobrindo a web como um lugar ilimitado para suas manifestações, e uma alternativa à esta ausência de espaços físicos. Mas muita gente já não faz uso deste vasto recurso? Certamente que sim. Porém não falo de páginas pessoais, mas sim das famosas comunidades virtuais! É meus amigos! Bem-vindos ao mundo da Web 2.0 (sendo você do time que aceita ou não essa nomenclatura, a usarei só para situar melhor o leitor no assunto). Mesmo que não saibam a que este termo se refere, provavelmente usam, ou já ouviram falar, de serviços como Flickr, Blogger, Wikipedia, Google, entre outros. Trata-se de um punhado de sites onde se é possível publicar textos, fotos, vídeos e até editar os mesmos, sem a necessidade de algum conhecimento prévio de programação. Estamos em contato hoje em dia com aplicativos que não se encontram mais nas máquinas dos usuários, e sim virtualmente, podendo ser acessadas de qualuqer lugar onde exista um computador com conexão à internet. Funcionam como uma grande plataforma de colaboração descentralizada¹ e muita gente está se aproveitando deste tipo de serviço para montar sua galeria online, que tem por característica o fácil acesso tanto do usuário quanto do público. Este por sua vez pode opinar, dar notas e em alguns casos, até comprar a obra.

Uma rápida pesquisa na internet, e você logo descobrirá essas páginas das quais falo. Procure por deviantART, por exemplo, um dos melhores serviços/comunidades artísticas de que tenho notícia, no ar desde agosto de 2000. Há outras menos famosas, como a Storm-Artists, mas que não são tão bem organizadas nem tem o mesmo fluxo de visitas e uploads do deviantART. Aqui as obras são de fácil localização, seja dentro de sua própria galeria ou através do site inteiro, pois dispõem de categorias e subcategorias (na qual o usuário encaixa o seu trabalho ao fazer o upload da obra) e as famosas palavras-chave, ou tags. A troca de informações e experiências entre diversos artistas ao redor do mundo, através de comentários e grupos de discussão, possibilita o usuário receber um retorno rápido do seu trabalho.

Alguns artistas —fotógrafos em sua maioria— decidiram-se pelo Flickr como um “local” para exposição de suas fotos, pela sua grande popularidade e possibilidade de armazenamento de imagens com ótima qualidade. Porém o espaço é restrito à apenas 200 imagens por usuário (caso este opte por não fazer uma assinatura paga).

Para aqueles que consideram que somente expor é muito pouco, há ainda alguns sites que oferecem prêmios como a famosa Saatchi Gallery de Londres, que desde do ano passado resolveu abrir espaço em seu domínio para artistas novatos, em uma exposição permanente. Além de ter criado também um espaço virtual exclusivo para estudantes de arte estabelecerem suas galerias e conversem com outros estudantes ao redor do mundo.

No Brasil contamos com a Camiseteria.com, que não se encaixa tanto no conceito de “galeria“, mas encoraja qualquer artista a criar estampas para camisetas, onde as mais votadas serão postas à venda.

Enfim, esta é uma maneira rápida e fácil de ter acesso a outros artistas com opiniões concomitantes às suas, além da possibilidade de atingir um grande público: novos consumidores e apreciadores de arte, que o fazem através da internet.

Em épocas de Web 2.0, de páginas feitas por cooperação e muita facilidade de criação, nada mais justo do que fazer uso dessas novas tecnologias para suprir a escassez de espaços dedicados à arte. É, principalmente, uma forma de ir adiante e atravessar frontereiras caso o mercado à sua volta não lhe forneça os resultados esperados. Se na Web 2.0 versões finais de sites/serviços/softwares podem nunca existir, o mesmo deve acontecer com o artista, que deve estar em constante evolução. E para isso, nada melhor do que estar atento às transformações e opiniões à sua volta.

¹expressão retirada do artigo Educação e Web 2.0.
Dec 13 2006

bate na madeira 3 vezes

Posted by yamimi

Notícias mto, mas mto ruins para um ínicio de 14, só me fazem crer, ao ler a seguinte frase no meu Orkut, q posso esperar vários acontecimentos “agradáveis” para as próximas 23 hs.

Today’s fortune:
You will be fortunate in everything

Afinal acabei de receber um e-mail de uma colega contendo a preciosa informação de que nossa exposição no CCEV parece ter sido cancelada em cima da hora! Ninguém sabe pq, mas o cara q nos cedeu o espaço simplesmente sumiu, e não conseguimos marcar reunião sequer para acertar os últimos detalhes. And I’ll be fortunate in everything!